O que mostra a pesquisa Gerp para presidente no 2º turno

13 de Out de 2026 - 08:15
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O que mostra a pesquisa Gerp para presidente no 2º turno

O instituto Gerp divulgou nesta terça-feira (13) uma pesquisa com as intenções de voto para presidente da República no segundo turno das eleições 2026. Flávio Bolsonaro (PL) soma 55% e Lula (PT) tem 45% no cenário de votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos.

Na última pesquisa Gerp antes do 1º turno, publicada na véspera da votação (3 de outubro), Flávio aparecia com 46% das intenções de votos válidos e Lula registrava 44%, com margem de erro de 2 pontos percentuais. Nas urnas, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos; Lula 45,16%.

Pesquisa Gerp de 2º turno para presidente da República em 2026

A Gerp fez um cenário espontâneo (quando não são mostrados os nomes dos candidatos) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes) de segundo turno.

Cenário espontâneo

Cenário estimulado - votos válidos

Cenário estimulado - votos totais

Metodologia das pesquisas citadas:

Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais  

A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.

Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.

Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.