MotoGP - Márquez minimiza importância de Aragón para campeonato: "Não é questão de vida ou morte"

27 de Ago de 2026 - 20:00
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MotoGP - Márquez minimiza importância de Aragón para campeonato: "Não é questão de vida ou morte"

Depois de ter seu pior resultado desta temporada da MotoGP em Silverstone, Marc Márquez chega a um de seus circuitos favoritos, Aragón, onde alcançou grand chelems em 2024 e 2025. Leia também:

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Com este precedente, qualquer um pode imaginar que, para Márquez, o objetivo neste fim de semana é sair com os 37 pontos que estão em jogo, reduzindo a diferença para as três Aprilias que o precedem na classificação geral do campeonato. Qualquer outro resultado poderia ser entendido como um alerta de que o oitavo título pode se tornar mais complicado. "Não é preciso colocar isso como questão de vida ou morte. Não é assim. Mas é verdade que, se quisermos ter uma mínima chance de ganhar o mundial, nos circuitos onde teoricamente somos favoritos temos que conseguir o máximo de pontos possível. O máximo é 37 e, se não der todos, os que forem possíveis. Mas isso é no papel. Temos que ver durante a sexta-feira e o sábado onde nós vamos estar e onde estarão as Aprilias", avisou. Marco Bezzecchi, Aprilia Racing, Marc Márquez, Ducati Team Foto de: Gold and Goose Photography / LAT Images / via Getty Images

A imagem de Márquez depois de terminar em sétimo em Silverstone, a quase dez segundos do vencedor, falava por si só sobre seu estado de espírito: "Estava bastante irritado, especialmente no domingo. Não pude pilotar como sempre. Esperava voltar depois das férias melhor do que voltei, pelo treino e pela academia, mas quando me levantei no domingo, já vi que não dava, e que tinha que ir com calma". "É por causa das sete operações que tenho no braço. Sou quem tenta falar menos deste tema [lesão no braço], mas falei no 'Inside Ducati' e volto a comentar. Tentamos gerir o físico da melhor forma possível, mas por mais que eu não queira falar, há uma coisa óbvia: passei por muitas operações neste braço direito, desde o úmero até o ombro, sete, e isso se nota", destacou. "Onde o físico não chegar, a mente tem que chegar", acrescentou o piloto da Ducati, que vê também Álex Márquez e Fabio Di Giannantonio como rivais. "São os dois que, em Silverstone, estavam mais rápidos do que eu. Os pilotos Ducati também estão demonstrando que nossa moto está perto das Aprilia". Das sete operações mencionadas pelo espanhol, a última foi no dia 10 de maio, da qual ainda não se recuperou totalmente. "Um piloto sempre espera mais, mas está tudo bem. Pelo menos o braço não falha inesperadamente, o que já é muito. Sinto que ele se cansa, mas não há as desconexões do início da temporada que me faziam cair. Agora vou mais tranquilo e constante em cima da moto", concluiu. Aragón é a GRANDE CHANCE de MÁRQUEZ? ACOSTA 'de volta' e MERCADO da MotoGP! MXGP, SERTÕES e +

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