Copa ainda não acabou, mas já tem 16 saídas de técnicos; veja lista

15 de Jul de 2026 - 10:15
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Copa ainda não acabou, mas já tem 16 saídas de técnicos; veja lista

A Copa do Mundo está muito perto da grande final, mas a lista de saídas de técnicos não para de aumentar. Agora, 16 seleções já deram adeus ao antigo treinador.

As saídas

Sebastién Migné. A saída mais recente, anunciada na noite de ontem. O treinador deixou o cargo após classificar o Haiti para uma Copa do Mundo após 52 anos e ser eliminado na fase de grupos. Ele estava no posto desde 2024.

Pape Thiaw (Senegal). Deixou o cargo após a eliminação na segunda fase da Copa do Mundo para a Bélgica. Ele havia assumido o comando da seleção em 2024.

Zlatko Dalic (Croácia). Deixou o comando após nove anos no cargo. Sob seu comando, a seleção croata foi vice da Copa de 2018 e ficou em terceiro lugar em 2022.

Roberto Martínez (Portugal). Saiu depois da eliminação para a Espanha nas oitavas de final. O espanhol estava no cargo desde 2023, mas disse não ver sentido em prolongar o trabalho após falhar.

Javier Aguirre (México). Se despediu após a eliminação para a Inglaterra nas oitavas. A terceira passagem dele no cargo havia começado em 2024, e o substituto anunciado foi o ex-zagueiro Rafa Márquez.

Carlos Queiroz (Gana). Anunciou a saída pouco depois da eliminação para a Colômbia na segunda fase. O treinador português havia assumido o comando ganês havia cerca de três meses.

Jamal Sellami (Jordânia). Deixou o cargo após a eliminação na fase de grupos. O marroquino estava no comando desde junho de 2024 e classificou o país à sua primeira Copa do Mundo.

Hervé Renard (Tunísia). Não teve o contrato renovado após a eliminação na fase de grupos. Ele assumiu a seleção durante a Copa do Mundo, teve apenas 19 dias de trabalho e somou duas derrotas na primeira fase.

Julian Nagelsmann (Alemanha). Saiu após a eliminação para o Paraguai, nos pênaltis, na segunda fase. Ele estava no cargo havia quase três anos. Os auxiliares também deixaram a comissão técnica.

Ronald Koeman (Holanda). Pediu demissão depois da eliminação para Marrocos, nos pênaltis, na segunda fase. O ex-zagueiro era técnico da seleção desde janeiro de 2023 e citou "coisas mais importantes do que o futebol" em referência à saúde da esposa ao deixar o cargo.

Sebastián Beccacece (Equador). Deixou o cargo após o fim de contrato com a seleção na Copa. O Equador caiu para o México na segunda fase, com derrota por 2 a 0. O treinador havia assumido o comando da seleção em agosto de 2024.

Marcelo Bielsa (Uruguai). Pediu demissão após a queda na fase de grupos. Ele estava no cargo desde maio de 2023 e deixou a Celeste em meio a polêmicas sobre a gestão do elenco durante a Copa.

Miroslav Koubek (Tchéquia). Pediu demissão cerca de seis meses após assumir o comando. Ele classificou a seleção na repescagem, mas a equipe foi eliminada ainda na fase de grupos.

Steve Clarke (Escócia). Se demitiu após a eliminação na fase de grupos. Clarke era o treinador desde 2019 e comandou o país em cerca de 80 jogos.

Hong Myung-Bo (Coreia do Sul). Entregou o cargo em meio a ameaças de morte e críticas pelo desempenho. Ele estava no comando desde 2024, e a seleção não passou da fase de grupos.

Sabri Lamouchi (Tunísia). Foi demitido durante a participação da seleção no Mundial. Ele deixou o cargo logo após a derrota por 5 a 1 para a Suécia na estreia, e havia sido contratado no começo do ano.