As mentiras que alimentam ataques contra profissionais de saúde que combatem o ebola: 'Disseram que não era real'
12 de Jul de 2026 - 11:00
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"Eles me agarraram por trás e começaram a me socar, a me bater com pás e facões", diz Daniel Uyirwoth Welo, um dos quatro voluntários da Cruz Vermelha feridos quando uma multidão tentou abrir um caixão que continha o corpo de uma pessoa que havia morrido de ebola.
Leia mais (07/12/2026 - 10h56)