Nova rodada de pesquisa Nexus/BTG Pactual mostra a intenção de voto do brasileiro para presidente

27 de Abr de 2026 - 10:45
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Nova rodada de pesquisa Nexus/BTG Pactual mostra a intenção de voto do brasileiro para presidente

A Nexus divulgou nesta segunda-feira (27) uma nova pesquisa com intenções de voto para presidente da República nas eleições deste ano. O levantamento foi encomendado pelo Banco BTG Pactual.  

Nas simulações de segundo turno, o presidente Lula (PT) aparece tecnicamente empatado com os três adversários testados: o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os ex-governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO). A margem de erro da sondagem eleitoral é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pouco mais de cinco meses para a realização do primeiro turno das eleições 2026, marcado para 4 de outubro, 69% dos eleitores abordados pelo instituto de pesquisa dizem que a decisão a respeito do voto para presidente da República já está tomada e não vai mais mudar. Outros 29% dizem que podem mudar o voto e 2% não souberam ou não responderam.

Potencial de voto e rejeição entre os pré-candidatos a presidente em 2026

A Nexus mediu o potencial de voto e a rejeição aos nomes dos pré-candidatos na disputa até o momento. O resultado foi:

Lula 

  • É o único em quem votaria: 34%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 16%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 48%
  • Não conhece: 1%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

Flávio Bolsonaro

  • É o único em quem votaria: 27%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 21%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 48%
  • Não conhece: 3%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

Romeu Zema

  • É o único em quem votaria: 3%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 28%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 33%
  • Não conhece: 35%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

Ronaldo Caiado 

  • É o único em quem votaria: 3%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 28%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 29%
  • Não conhece: 39%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

Aldo Rebelo 

  • É o único em quem votaria: 1%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 13%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 30%
  • Não conhece: 55%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

Renan Santos

  • É o único em quem votaria: 3%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 11%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 30%
  • Não conhece: 56%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

Augusto Cury 

  • É o único em quem votaria: 2%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 13%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 24%
  • Não conhece: 60%
  • Não sabe/não respondeu: 2%

Cabo Daciolo 

  • É o único em quem votaria: 1%
  • Poderia votar nele, mas também em outro: 16%
  • Não votaria nele de jeito nenhum: 39%
  • Não conhece: 43%
  • Não sabe/não respondeu:1%

Metodologia: A pesquisa ouviu 2.028 pessoas entre os dias 24 e 26 de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa para presidente da República foi contratada pelo Banco BTG Pactual S/A. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº BR-01075/2026. 

Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais  

A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.

Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.

Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.