NASCAR: Paludo revela negociação com equipe de Kyle Busch e ligação inesperada
O mundo do automobilismo está em choque após a morte de Kyle Busch nesta última quinta-feira. Bicampeão da NASCAR Cup Series, o piloto também teve a sua própria equipe que atuava majoritariamente na Truck Series. A categoria das picapes também via ‘Rowdy’ competir nela, sendo a etapa de Dover, na semana passada, sendo a sua última vitória em vida. Leia também:
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Miguel Paludo, que competiu em tempo integral na Truck de 2011 a 2013, chegou a ‘bater roda’ com Busch, a ponto de ganhar o respeito e iniciar uma negociação para correr na Kyle Busch Motorsports (KBM). “Quando eu vim pra cá, meu primeiro ano pela Red Horse, eu estava correndo em Charlotte e liderei uma parte da corrida”, disse Paludo com exclusividade ao Motorsport.com. “Ele estava em segundo ou terceiro e a minha picape estava muito boa. E aí eu ficava na linha de baixo e eu tirava o ar da frente da truck dele. Ele demorou muito para me passar, teve várias relargadas e eu acabei perdendo no fim. Cheguei em sexto, sétimo, sei lá.” “E aí fomos para Dover no final de semana seguinte, ele estava falando com o (Matt) Crafton, passei perto deles e ele me chamou e falou ‘bom trabalho semana passada, mandou muito bem’ e aí eu agradeci a ele, ‘muito obrigado, vindo de time melhor ainda’. Os dotes do piloto gaúcho foram suficientes para criar interesse de Busch, a ponto de uma ligação inesperada acontecer. “E depois disso eu tentei negociar para ir para equipe dele no ano seguinte. A Red Horse não me liberou e ele queria que eu andasse algumas corridas no #18.” “Quando fui falar com a KBM, eu estava em casa, e aí tocou o telefone. Era ele: ‘Oi, tudo bem? Aqui é o Kyle Busch, só para te dizer que eu estou a par das conversas que estão acontecendo e eu quero que elas evoluam, está aqui o meu número, moro perto também, a gente pode se encontrar, o que precisar, você tem meu telefone, me liga’.” “Então isso também foi muito, muito legal, dele ter me ligado, tu imaginas, ligando para um estrangeiro que tinha feito poucas corridas na NASCAR e apareceu do nada, entendeu?” “Fui na equipe, tive reunião com ele e tudo mais e mesmo ainda na Red Horse em Talladega, andamos no vácuo um do outro, então sempre teve um grande respeito e mesmo eu sendo um estrangeiro, vindo para cá, o cara sempre foi humilde, sempre tranquilo, não tinha um ego que parece muitas vezes as pessoas viam nas entrevistas.” Mesmo com o negócio não sendo concretizado, Paludo manteve o respeito com o piloto e empresário. “Quando fechei com a Turner eu mandei uma mensagem de texto para ele. Eu falei com ele para não ficar no ar, que eu não ia fechar com eles, ia pra Turner e ele mandou ‘desejo o melhor, tudo o melhor pra vocês daqui pra frente’.” Dudu BARRICHELLO analisa VERSTAPPEN no endurance, F1 pré-Canadá, BORTOLETO, HAMILTON e mais
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