Fifa abriu a porta do inferno e França tentou anular até cartão amarelo
A França não teria nenhuma razão para discutir o cartão amarelo recebido por Michael Olise, contra o Paraguai.
Nenhum motivo, mesmo sabendo que Matías Galarza, do Paraguai, simulou ter recebido agressão.
O árbitro é parte do jogo e a regra do futebol prevê que um senhor, normalmente vestido de preto ou amarelo, tem autoridade para verificar e interpretar o que aconteceu numa jogada como aquela.
Se não há razão, por que raios a França pediu a anulação do cartão amarelo de Olise?
Porque a Fifa abriu a porta do inferno ao revogar o cartão vermelho de Balogun e permitir, pela segunda vez na história, que um jogador expulso pudesse jogar a partida seguinte, sem cumprir suspensão automática.
Como o agravante de que Balogun foi o primeiro a receber vermelho e ser anistiado, porque na época de Garrincha, em 1962, os cartões ainda não haviam sido criados.
A Fifa abriu precedente para o resto das Copas. A não ser que se desculpe e reforce a regra óbvia de que expulsão é sempre punida com suspensão automática.
Pior do que Balogun, só o sheik do Kuwait, Fahad Al Ahmed Al Jaber Al Sabah invadindo o campo contra a França e exigindo a anulação de um gol de Alain Giresse. E o árbitro soviético Miroslav Stupar aceitou a intervenção, como Gianni Infantino entendeu o recado de Donald Trump.
Opinião
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