Fifa abriu a porta do inferno e França tentou anular até cartão amarelo

8 de Jul de 2026 - 13:45
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Fifa abriu a porta do inferno e França tentou anular até cartão amarelo

A França não teria nenhuma razão para discutir o cartão amarelo recebido por Michael Olise, contra o Paraguai.

Nenhum motivo, mesmo sabendo que Matías Galarza, do Paraguai, simulou ter recebido agressão.

O árbitro é parte do jogo e a regra do futebol prevê que um senhor, normalmente vestido de preto ou amarelo, tem autoridade para verificar e interpretar o que aconteceu numa jogada como aquela.

Se não há razão, por que raios a França pediu a anulação do cartão amarelo de Olise?

Porque a Fifa abriu a porta do inferno ao revogar o cartão vermelho de Balogun e permitir, pela segunda vez na história, que um jogador expulso pudesse jogar a partida seguinte, sem cumprir suspensão automática.

Como o agravante de que Balogun foi o primeiro a receber vermelho e ser anistiado, porque na época de Garrincha, em 1962, os cartões ainda não haviam sido criados.

A Fifa abriu precedente para o resto das Copas. A não ser que se desculpe e reforce a regra óbvia de que expulsão é sempre punida com suspensão automática.

Pior do que Balogun, só o sheik do Kuwait, Fahad Al Ahmed Al Jaber Al Sabah invadindo o campo contra a França e exigindo a anulação de um gol de Alain Giresse. E o árbitro soviético Miroslav Stupar aceitou a intervenção, como Gianni Infantino entendeu o recado de Donald Trump.

Opinião

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL