Drauzio Varella chama Meta de 'empresa imoral' por vídeos falsos

11 de Ago de 2026 - 09:00
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Drauzio Varella chama Meta de 'empresa imoral' por vídeos falsos

Drauzio Varella chamou a Meta de "empresa imoral" ao relatar dificuldades para remover vídeos falsos que usam sua imagem na venda de remédios, durante o Globo Summit, nesta segunda-feira (10). As informações são do jornal O Globo.

O que você precisa saber

O médico disse que tentou contatar a empresa quando surgiram anúncios de medicamentos falsos associados à sua imagem. "Minha experiência pessoal de lidar com essa gente é muito decepcionante", afirmou.

Varella criticou a forma como conteúdos falsos são impulsionados nas redes sociais da companhia. "A Meta não vai para a cadeia. Ela é, na verdade, parceira desses estelionatários", disse.

O médico também questionou o uso do argumento da liberdade de expressão para barrar regras contra crimes de saúde pública. Ele afirmou que há tecnologia para retirar esse tipo de conteúdo e citou o YouTube como plataforma mais eficaz após notificações.

Em fevereiro de 2026, a no Brasil e na China. Os réus também usavam imagens de Lair Ribeiro, Maiara, Luiz Bacci e Maíra Cardi.

Na época, Varella classificou a ação da empresa como "migalhas". O médico denuncia há anos conteúdos falsos em plataformas da Meta que usam sua imagem para comercializar medicamentos.

Estudo analisou publicidade sobre saúde

Marie Santini, fundadora e diretora do Netlab, da UFRJ, disse que o laboratório coletou mais de 100 mil anúncios em um mês. Uma amostra de 6 mil peças foi analisada manualmente.

Dos anúncios de saúde analisados, 76% continham desinformação, golpes, fraudes ou roubo de dados dos usuários. Dentro do conjunto de anúncios fraudulentos, 21% usavam indevidamente a imagem de Drauzio Varella.

A Reuters informou, em novembro de 2025, que . A Meta foi procurada pela reportagem e ainda não havia se posicionado.